PÓS SHOW: LANÇAMENTO DO EP VERDE!

Antes de qualquer coisa: FOI UMA NOITE DO CARALHO! Muitas vezes a gente fica vivendo os dias sem sentir eles passarem, se ocupando aqui e ali, resolvendo as coisinhas pequenas enquanto nada maior aparece. Até que vem um dia como esse e te lembra do REAL MOTIVO de tu fazer tudo o que tu faz! Viver com a Morgan é sempre intenso, sempre vivo e brilhante. Mas nessa noite de lançamento, teve aquela sensação especial de missão cumprida, de etapa vencida. Nosso primeiro trabalho autoral agora tá no mundo e, mesmo que a gente já disponibilizasse ele desde 2009 na internet, só agora parece que é de verdade. Não tem como agradecer o suficiente a todos os envolvidos, mas, mesmo assim, tentaremos: às participações mais que especiais da Renata Martins (Boomerangs) fazendo mágica no teclado, do James (Draco) sentindo a música ferver no sangue, das divertidíssimas Lili e Betina dominando os vocais (e as coreografias!), às gurias da Rock de Calcinha, que dividiram a responsabilidade da noite com a Morgan e, em especial, às pessoas que acreditam na gente e LOTARAM O JEKYLL naquela noite, vindas de várias cidades. Nosso mais sincero agradecimento! Foi uma noite incrível! Fiquem ligados que em breve teremos mais vídeos e muitas fotos!

NO AR: VÍDEOS DA MORGAN NO RADAR

Como parte da divulgação da festa de lançamento do EP Verde, fomos ao Radar (TVE) tocar algumas músicas e conversar com o Léo Felipe sobre a banda e o disco. Estamos preparando uma baita festa para o dia 26 de novembro, no Jekyll, e esperamos ver por lá todos os nossos amigos (tanto os que já conhecemos quanto os que ainda vamos conhecer)! Abaixo, seguem os vídeos dessa nossa visita ao Radar!

Nossa Música:

Lady Morgan:

Mulherzinha, entrevista e Larga Desse Papo:

ASSISTA AGORA A MORGAN NO RADAR (TVE)!

Eae! Como contamos no post anterior, a gente participou de uma matéria que foi ao ar no programa RADAR da TVE, comentando a presença da mulher no rock. Esse é um assunto que gostamos bastante de debater. O discurso de que mulher precisa protestar por espaço no rock, ou então que precisa provar que não é frágil, provar que não se importa com reputação, soa completamente fora de contexto pra gente. Já faz mais de cinquenta anos que as mulheres declararam independência ideológica, não há nenhuma barreira real a ser combatida agora, nenhum dogma a ser quebrado. A música é livre de gênero e existem vários monstros a serem combatidos aí fora. Por que combater esse, que já foi morto? Promover essa diferenciação das bandas de rock pelo gênero dos integrantes é usar critérios retrógrados e desestimular a igualdade. É um passo pra trás. A última coisa a ser levada em consideração na apreciação de uma música é o gênero dos músicos que a executaram. Não acha? =]

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